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domingo, 25 de maio de 2014

Países da Copa

Suiça
Desde 1848, a Confederação Suíça tem sido um estado federal de cantões relativamente independentes, alguns dos quais tem permanecido confederados desde mais de sete séculos, podendo considerar-se uma das repúblicas mais antigas do mundo. No que concerne a épocas anteriores a 1291, este artigo trata de acontecimentos que sucederam no território da Suíça moderna. Desde 1291, centra se principalmente na Antiga Confederação Suíça, que em princípio consistia em três cantões (UriSchwyz e Unterwalden) no centro da atual Suíça, e que expandiu-se gradualmente até a formação da Suíça atual em 1815.

Lucerna
Lucerna (em alemão Luzern) é uma comuna da Suíça, no Cantão homônimo, com cerca de 76 156 habitantes. Estende-se por uma área de 24,15 km², de densidade populacional de 2 371 hab/km². Confina com as seguintes comunas: Adligenswil, Ebikon,Emmen, Horw, Kriens, Littau, Meggen.
A língua oficial nesta comuna é o alemão.
A cidade situa-se a 436 metros de altitude, e tem 76 156 habitantes (2009). Situada nas margens do rio Reuss e banhada pelo Lago dos Quatro Cantões, Lucerna possui muitas indústrias: metalúrgica, química, têxtil, madeireira e de aparelhos eléctricos. A cidade é também um dos principais centros turísticos do país e sede de festivais internacionais de música.
Os monumentos principais de Lucerna são: restos de fortificações medievais, Torre da Água (construída cerca 1300), pontes de madeira (como a de Kapellbrücke) das mais antigas da Europa, colegiada (séc. XVII), igrejas dos Franciscanos (c. 1200) e dos Jesuítas (1560) e a câmara municipal de estilo renascentista.
A cidade não deve ser confundida com Lugano e Locarno, cidades suíças de língua italiana do cantão de Tessino


sábado, 24 de maio de 2014

Países da Copa

Uruguai
O registro da história do Uruguai se inicia com a chegada dos primeiros europeus]] à área no início do século XVI. Tanto a Espanha como Portugal procuraram colonizar o futuro Uruguai. Portugal tinha por base a Colônia do Sacramento (na margem oposta a Buenos Aires, no rio da Prata), enquanto a Espanha ocupava Montevidéu, fundada noséculo XVIII e que veio a se tornar a capital do futuro país.
O início do século XIX viu o surgimento de movimentos de independência por toda a América do Sul, incluindo o Uruguai, cujo território constituiu parte da Banda Oriental do Uruguai (isto é, "faixa a leste do rio Uruguai"), cujo território foi disputado pelos estados nascentes do Brasil, herdeiro de Portugal, e das Províncias Unidas do Rio da Prata, atualmente República Argentina, com capital em Buenos Aires, herdeira do Vice-reinado do Prata da Espanha.
O Brasil sob domínio de Portugal, havia ocupado a área em 1811 e a anexado em 1821 (ler Incorporação da Cisplatina em História do Brasil). Mas uma nova revolta iniciou-se a25 de Agosto de 1825. O Uruguai se tornou uma nação independente com o Tratado de Montevidéu, de 1828. As negociações para a independência tiveram o auxílio de George Canning, então chefe do Foreign Office ou Ministério do Exterior britânico, para consolidar a livre navegação do rio da Prata. Foi José Artigas, entretanto, a pessoa capaz de aglutinar internamente as expectativas uruguaias de independência, cabendo-lhe o mérito da independência.
A partir daí, o país experimentou uma série de presidentes eleitos e nomeados e entrou em conflitos com estados vizinhos, flutuações e modernizações políticas e econômicas e grandes fluxos de imigrantes, provenientes especialmente da Europa. Os militares tomaram o controle da administração em 1973 e o governo civil só regressou em 1985, um ano depois de vastos e violentos protestos contra os regimes militares na América do Sul, inclusive no Uruguai.
== Período pré-descobrimento|Mapa com as diferentes etnias indígenas que habitavam a região do Rio da Prata antes da chegada dos colonizadores europeus.]]
O Uruguai é, atualmente, o único país da América do Sul que não apresenta população indígena sobrevivente. Entretanto, o primeiro registro arqueológico de evidência humana na região do atual território uruguaio data de 8.000 anos atrás, como o testemunham os cerritos de indios, a Gruta do Palácio em Flores ou os recentes achado em Salto. Estes povos antigos caçavam animais e coletavam plantas para sobreviver, desenvolvendo ferramentas de pedra mais sofisticadas entre 4.000 e 8.000 anos atrás. Neste período, também desenvolveram o uso do arco e flechas.
Os principais vestígios das civilizações pré-históricas uruguaias são os chamados cerritos de indios, montes de terra e pedras existentes próximos da fronteira com o Brasil, desde La Coronilla, no departamento de Rocha, até as margens do rio Negro, em Tacuarembó e Cerro Largo. Apesar de descobertos no século XIX, a investigação minuciosa dos cerritos de indios começou somente em 1986, por três equipes formadas pelo Ministerio de Educación y Cultura e docentes, e alunos da Facultad de Humanidades y Ciencia de la Educación.3
Atualmente, sabe-se que as mais antigas destas construções foram erguidas em 3000 a.C. e as mais recentes datam de meados do século XVIII. Estima-se que existem mais de mil cerritos de indios no território uruguaio. Provavelmente tais construções eram utilizadas em rituais fúnebres, já que, em seu interior, foram encontrados esqueletos e crâniosapresentando marcas que sugerem a retirada do couro cabeludo. Perto de alguns esqueletos, foram encontradas boleadeiras, punções feitas de osso de lobo-marinho, pedras de quartzo, esqueletos de cães e mandíbulas de raposas. As dimensões dos cerritos variam de meio metro a 7 m de altura e chegam a ter 35 metros de circunferência na base. Atualmente, credita-se estas construções à tribo dos guenoas.
Outras etnias indígenas também habitaram o Uruguai ao longo dos tempos, como os arechanes, os guaianases, os yaros, os mboanes, os chanás, os tapes, os mbiás, os minuanos, os guaranis e os charruas. Os arechanes ocupavam a região dos atuais departamentos de Rocha, Treinta y Tres e Cerro Largo e muito provavelmente se estenderam até parte de Rivera e Tacuarembó, em sua parte oriental. Os guaianases se assentaram na margem esquerda do Rio Uruguai, em Artigas e Salto, e provavelmente em Paysandú e Río Negro, além de parte de Rivera e Tacuarembó. Alguns restos arqueológicos permitem localizá-los em San José e até o arroio Solís Grande. Os yaros ocupavam a margem esquerda do Rio Uruguai, entre os rios Negro e San Salvador, mas também ao norte, chegando à região do Salto.4
Os mboanes habitavam a costa oriental do Uruguai, ao norte do Rio Negro, na região dos departamentos de Paysandú e Salto. Foram absorvidos pelos charruas no começo doséculo XVIII. Os chanás localizavam-se desde o norte de Salto Grande até a costa do atual departamento de Colonia. Os minuanos, nativos das planíces do norte do Rio Paranáe Entre Ríos, atravessaram a margem oriental do Rio Uruguai por volta de 1630, onde se uniram aos charruas. Em sua extensão, chegaram às lagoas Mirim e dos Patos.
Os guaranis eram antropófagos e estavam situados no litoral e em ilhas do estuário do Prata. Ao que parece, seu território se estendia até as proximidades do arroio San Juan, toda a margem esquerda do Rio Uruguai e a boca do arroio Santa Lucía. Os tapes ocupavam a região ao leste da Coxilha de Sant'Ana, limite natural entre Brasil e Uruguai, de onde invadiram o solo uruguaio pelo noroeste. Pertenciam ao grupo guarani, eram semi-sedentários e cultivavam a terra, ainda que também praticassem a caça e a pesca.
Os charruas eram a principal etnia indígena do território uruguaio e a que mais ofereceu resistência aos europeus. Consistiam em uma pequena tribo nômade caçadora-coletora que ocupava uma área ao norte do Rio da Prata, entre os rios Uruguai, Ibicuí e Negro. Foram encaminhados para o sul pelos guaranis do Paraguai. Eram uma tribo guerreira extremamente feroz, que tinha o hábito de atacar os povos pacíficos das planícies, queimando suas casas e matando seus habitantes.

El Tesoro, Maldonado
El Tesoro é um resort no Departamento de Maldonado no sudeste do Uruguai .
O resort está localizado na Ruta Interbalneária , na margem leste de Arroyo Maldonado, do outro lado de San Rafael - El Placer , com o qual está ligado por uma ponte famosa por sua arquitetura, a Puente de Barra de Maldonado . Faz fronteira com o resort La Barra , ao sul.

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Honduras
Honduras, oficialmente República das Honduras, é um país da América Central, limitado a norte pelo Golfo das Honduras, e a leste pelo Mar das Caraíbas (por onde possui fronteira marítima com o território colombiano de San Andrés e Providencia), a sul pela Nicarágua, pelo Golfo de Fonseca e por El Salvador e a oeste pela Guatemala. Sua capital é Tegucigalpa.
O país abrigou várias culturas indígenas importantes, mais notavelmente os Maias. Cristóvão Colombo foi o primeiro europeu a visitar as Islas de la Bahía, na costa do país, desembarcando perto da atual cidade de Trujillo. Grande parte do país foi conquistado e colonizado pela Espanha no século XVI, que introduziu seu idioma, agora predominante, e muitos de seus costumes. Foi organizada como uma província do Reino de Guatemala e teve três capitais: Trujillo, Comayagua e, a partir de 1880, Tegucigalpa, que permanece até hoje. Tornou-se independente em 15 de setembro de 1821 e foi uma república desde o fim do domínio espanhol.
O território de Honduras é muito acidentado, formando-se por montanhas, planaltos, vales profundos e planícies extensas e férteis, atravessadas ​​por rios navegáveis. Tudo isso contribui para a sua rica biodiversidade. Estima-se que existam cerca de 8.000 espécies de plantas, 250 répteis e anfíbios, mais de 70.015 espécies de aves e 110 espécies de mamíferos, distribuídos em diferentes regiões ecológicas em Honduras.
A população hondurenha é de 8,2 milhões de habitantes, de acordo com estimativas de 2010, fazendo deste o quinto país mais populoso da América Central, superado por Guatemala, Cuba, República Dominicana e Haiti. Sua área territorial é de 112,492 km², sendo o 101º maior país do mundo. A economia é voltada principalmente às atividades agrícolas, além do comércio, indústria, finanças e serviços públicos. A nação é dividida em 18 departamentos e seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,632, é classificado como médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

La Tigra National Park
La Tigra Parque Nacional (espanhol: Parque Nacional La Tigra) foi o primeiro parque nacional em Honduras , pelo Decreto n º 976-80 cujo objectivo principal é "A Conservação, Preservação Ecológica e manutenção do potencial hidrológico dessa reserva". Foi criado em 1 de Janeiro de 1980 e cobre uma área de 238,21 quilômetros quadrados. Tem uma altitude entre 1.800 e 2.185 metros. 
Além de sua beleza natural exuberante e com um passado histórico sedutor, o La Tigra montanha com sua imensa nuvem floresta vegetação tropical também fornece mais de 30% das necessidades de capital, Tegucigalpa , e 100% das comunidades limítrofes e tem protegida desde o início dos anos 1920, evidência disto são os açudes de Jutiapa . É uma floresta da nuvem, com uma área de 328 km 2 (127 sq mi), localizado a 25 km (16 milhas) a partir de Tegucigalpa.
Este parque é encontrado realmente próximo à cidade de Tegucigalpa, localizado ao norte do mesmo, a apenas alguns 22 km (14 milhas). de distância. Pontos de acesso do parque são quatro, mas para fins de visita 2 rotas são usados ​​principalmente: a auto-estrada que leva a El Hatillo e da rodovia que leva ao Valle de Ángeles , San Juancito e Cantarranas . O parque oferece dois Centro de Visitantes e Eco Lodges, uma na comunidade de Jutiapa ea outra na comunidade de El Rosario. Para acessar a primeira, tomando a estrada para El Hatillo (22 km (14 milhas)) vai fazê-lo, gastando cerca de 50 minutos para alcançá-lo, passando por várias comunidades em seu caminho. Para acessar a segunda, em apenas 1 ½ de Tegucigalpa a estrada para Valle de Angeles, San Juancito (36 km (22 mi)), localizado na aldeia de El Rosario vai levar ao Centro de Visitantes do Rosario., A uma altitude de 1.650 m (5413 pés). Este último equipado para diversas atividades, incluindo um museu.
O Park com o seu 240 km 2 (93 sq mi) é dividido em duas zonas: núcleo e tampão. A zona de núcleo (7,5 km 2 (3 sq mi)) do parque conta com oito trilhas que atravessam, somando mais de 23 km (14 milhas), a partir do qual, dois deles conectar centros de ambos os visitantes.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Países da Copa

Coréia do Sul
História da Coreia do Sul começa com o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, quando as superpotências do mundo ocuparam a Coreia.
A Coreia estava ocupada pelo Japão desde a Primeira Guerra Sino-Japonesa, tendo sido anexada formalmente em 1910. No fim da II Guerra Mundial os aliados estabeleceram planos conjuntos de ocupação dos territórios que haviam sido tomados pelo Japão. No caso da Coreia, ficou acertado em Ialta que após a guerra o país voltaria a ter independência. Entretanto, após a invasão da Manchúria e da porção norte da península pelos soviéticos, e do desembarque dos americanos em Incheon, o país foi dividido em dois na região do paralelo 38.
A divisão temporária da Coreia estabelecida no fim da Guerra acabou sendo mantida, conforme aumentavam as disputas entre EUA e URSS. Com os desentendimentos pós-guerra entre soviéticos e estado-unidenses, o país continuou dividido em duas zonas de influência, seguindo-se, em 1948, da instalação de dois governos separados: um no norte, comunista, pró-soviético, e outro no sul, capitalista e influenciado pelos Estados Unidos.
Em Junho de 1950 começou a Guerra da Coreia. O sul, apoiado pelos Estados Unidos, e o norte apoiado pela União Soviética acabaram por atingir uma situação de impasse e foi assinado um armistício em 1953, dividindo a península ao longo da zona desmilitarizada, uma fronteira próxima ao paralelo 38, que tinha sido a linha de demarcação original.
A partir daí, a República da Coreia, no sul, sob o governo autocrático de Syngman Rhee e a ditadura de Park Chung-hee, alcançou um rápido crescimento económico. A agitação civil dominou a política até que os protestos tiveram sucesso em derrubar a ditadura e instalar uma forma de governo mais democrática nos anos 80. Uma reunificação das duas Coreias tem permanecido no centro da política do país, muito embora ainda não tenha sido assinado um tratado de paz com o Norte. Em Junho de 2000 realizou-se uma histórica primeira conferência Norte-Sul, como parte da "política do Sol" sul-coreana, apesar de um aumento recente de preocupação com o programa de armas nucleares da Coreia do Norte.

Gyeongbokgung
Gyeongbokgung (hangul: 경복궁; hanja: 景福宮), também conhecido como Palácio Gyeongbokgung ouPalácio Gyeongbok, é um palácio real localizado em Jongno-gu, ao norte de Seul, Coreia do Sul. Construído originalmente em 1395, mais tarde queimado e abandonado por quase três séculos e, em seguida, reconstruído em 1867. Era o principal e maior palácio entre os "Cinco Grandes Palácios" construídos pela Dinastia Joseon.Seu nome significa "Palácio" [Gung] "Grandemente Abençoado pelo Céu" [Gyeongbok].
No início do século XX, grande parte do palácio foi destruído pelo Império do Japão. Desde então, o complexo do palácio rodeado de muralhas foi gradualmente restaurado de volta a sua forma original.

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Camarões
Camarões, oficialmente a República dos Camarões (francês: République du Cameroun), é um país da região ocidental da África Central. Faz fronteira com a Nigéria a oeste; Chade a nordeste; República Centro-Africana a leste; e Guiné Equatorial, Gabão e República do Congo, ao sul. O litoral dos Camarões encontra-se no Golfo do Biafra, parte do Golfo da Guiné e do Oceano Atlântico. O país é muitas vezes referida como "África em miniatura ", pela sua diversidade geológica e cultural. Recursos naturais incluem praias, desertos, montanhas, florestas tropicais e savanas. O ponto mais alto é o Monte Camarões no sudoeste, e as cidades mais populosas são Douala, Yaoundé e Garoua. Camarões é o lar de mais de 200 grupos linguísticos diferentes. O país é conhecido por seus estilos musicais nativos, especialmente makossa e bikutsi, e para a sua sucessiva seleção nacional de futebol. Francês e inglês são as línguas oficiais.
Os antigos habitantes do território incluíram a civilização Sao em torno do Lago Chade e os caçadores-coletores Baka nas florestas tropicais do sudeste. Exploradores portugueses chegaram ao litoral no século XV e nomeou a área de Rio dos Camarões, que se tornou Cameroon em Inglês. Os soldados Fulani fundaram o Emirado Adamawa, no norte, durante o século XIX, e vários grupos étnicos do oeste e noroeste estabeleceram tribos poderosas e fondoms. Camarões foi elevado à categoria de colônia alemã em 1884 conhecido como "Kamerun" .
Após a Primeira Guerra Mundial, o território foi dividido entre a França e a Grã-Bretanha como mandatos da Liga das Nações. A Union des Populations du Cameroun (UPC) é um partido político que defendeu a independência, mas foi proibida pela França em 1950. O país travou uma guerra contra as forças militantes franceses e da UPC até 1971. Em 1960, a parte dos Camarões administrada pelos franceses tornou-se independente como a República dos Camarões sob o presidente Ahmadou Ahidjo. A parte sul dos Camarões Britânicos fundiu-se com o Camarões francês em 1961 para formar a República Federal dos Camarões . O país foi renomeado República Unida dos Camarões em 1972 e a República dos Camarões, em 1984.
Em comparação com outros países africanos, Camarões goza de estabilidade política e social relativamente alta. Isso permitiu o desenvolvimento da agricultura, estradas, ferrovias e grandes indústrias de petróleo e madeira. No entanto, um grande número de camaroneses vivem na pobreza como agricultores de subsistência. O poder está firmemente nas mãos do presidente autoritário a partir de 1982, Paul Biya, e do Movimento Democrático Popular dos Camarões. Os territórios anglófonos dos Camarões têm crescido cada vez mais alienado do governo, e os políticos daquelas regiões têm chamado para uma maior descentralização e mesmo a separação (por exemplo, o Conselho Nacional de Camarões do Sul) dos antigos territórios governados pelos britânicos.

Reserva de fauna de Dja
Reserva de fauna de Dja, no sul dos Camarões, a 243 km a sueste de Yaoundé (2° 49'-3° 23' N, 12° 25'-13° 35' E), é uma das maiores e mais bem conservadas áreas de floresta tropical em África e foi inscrita pela UNESCO, em 1987, na lista dos locais que são Património da Humanidade.
A reserva contém 107 espécies de mamíferos, cinco das quais se encontram ameaçadas de extinção, incluindo o gorila das terras baixas ocidentais, Gorilla gorilla gorilla, o mandril, Mandrillus leucophaeus, o chimpanzé Pan troglodytes e várias outras espécies de símios. Outras espécies de mamíferos são o elefante, Loxodonta africana, o búfalo africano,Syncerus caffer, o leopardo, Panthera pardus e várias espécies de porcos selvagens, como o porco gigante da floresta,Hylochoerus meinertzhageni. Entre as aves, conta-se o tecelão de Bates, Ploceus batesi, que é endémico desta área.

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México
Entre 1800 e 300 a.C., começaram a formar-se culturas complexas. Algumas evoluíram para avançadas civilizações mesoamericanas pré-colombianas tais como:olmeca, teotihuacan, maia, zapoteca, mixteca, huasteca, purepecha, tolteca, e mexica (ou asteca), as quais floresceram durante cerca de 4000 anos até ao primeiro contacto com Europeus.
Atribuem-se a estas civilizações indígenas várias criações e invenções: templos-pirâmide, cidades, a matemática (sendo o primeiro povo do mundo a usar o zero),astronomia, medicina, escrita, calendários precisos, belas artes, agricultura intensiva, engenharia, um ábaco, teologia complexa, o chocolate e a roda.
Inscrições antigas em rochas e paredes rochosas por todo o norte do México (especialmente no estado de Nuevo León) demonstram desde muito cedo uma propensão para contar no México. Estas marcas de contagem muito antigas estavam associadas a acontecimentos astronómicos e sublinham a influência que as actividades astronómicas tinham sobre os nativos mexicanos, mesmo antes do desenvolvimento de civilizações. De facto, todas as civilizações mexicanas mais tardias construiriam cuidadosamente as suas cidades e centros cerimoniais de acordo com acontecimentos astronómicos específicos.
Em alturas diferentes, houve três cidades mexicanas que eventualmente se tornaram nas maiores cidades do mundo: Teotihuacan, Tenochtitlan e Cholula. Estas cidades – entre várias outras - foram centros florescentes de comércio, idéias, cerimônias e teologia. Por outro lado, espalharam a sua influência a culturas vizinhas.

Ainda que muitas cidades-estado, reinos e impérios competiram uns com os outros por poder e prestígio, pode-se dizer que o México teve quatro civilizações principais e unificadoras: a olmeca, teotihuacan, a tolteca e a mexica. Estas quatro civilizações estenderam a sua influência por todo o México – e para além deste - como nenhuma outra. Consolidaram poder e influenciaram o comércio, arte, política, tecnologia e teologia. Outras potências regionais fizeram alianças políticas e económicas com estas quatro civilizações ao longo de 4000 anos. Muitas foram as que entraram em guerra com elas. Mas todas elas se viram dentro destas quatro esferas de influência
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Museu Soumaya
Museu Soumaya (em espanhol, Museo Soumaya) é um museu de arte localizado na Cidade do México, capital dopaís homônimo. É uma instituição cultural privada, sem fins lucrativos, fundada em 1994 e vinculada à Fundação Carlos Slim. Ocupa dois espaços distintos: um edifício de importância histórica na Plaza Loreto, na região sul da cidade, e a nova sede, projetada por Fernando Romero e inaugurada em 2011, na Plaza Carso, região norte. O nome do museu é uma homenagem a Soumaya Domit, esposa do fundador, Carlos Slim, falecida em 1999.
O museu abriga um acervo com mais de 60.000 peças , composto por coleções de artes plásticas, artes decorativas, documentos históricos, relíquias religiosas e numismática, cobrindo o período que vai do século XV aos dias de hoje, abrangendo sobretudo a produção artístico-cultural do México, da América Latina e da Europa. É um dos mais destacados acervos desse tipo no continente. Particularmente relevante é a coleção de 380 esculturas de Auguste Rodin, a segunda maior do mundo , além do conjunto de retratos, paisagens e pinturas religiosas do barroco novo-hispano.
No âmbito da difusão cultural e do ensino de arte, o museu atua organizando exposições permanentes e temporárias, editando catálogos e publicações próprias, promovendo conferências e seções de cinema e disponibilizando uma programação cultural permanente. É equipado com uma biblioteca, auditório com 350 lugares, ateliê e espaços para atuação didática.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

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Japão
história do Japão (em japonês: 日本の歴史 ou 日本史, Nihon no rekishi / Nihonshi) é a sequência de eventos ocorridos no arquipélago japonês, com o surgimento de factos únicos influenciados pela sua natureza geográfica enquanto nação insular, assim como por eventos inculcados por influência do império Chinês que definiram a sua língua, a sua escrita e também a sua cultura política. Por outro lado, o Japão foi ainda influenciado pelo Ocidente, convertendo-se numa nação industrial. Exerceu uma influência significativa e expansão territorial na região do Pacífico, mas após a Segunda Guerra Mundial estacou, mantendo um sistema de nação industrial com laços com a tradição cultural do país.
Após a última idade do gelo, por volta de 12 000 AEC, o rico ecossistema do arquipélago japonês promoveu o desenvolvimento humano. O aparecimento das primeiras pessoas no Japão data do Paleolítico, há cerca de 35 000 anos. Entre 11 000 e 500 AEC, estes povos desenvolveram um tipo de cerâmica designada de Jomon, a qual é considerada das mais antigas do mundo. Posteriormente surgiu uma cultura conhecida como Yayoi, onde a produção de ferramentas de metal, assim como o cultivo do arroz, foram um importante progresso. Neste período existiram várias tribos, porém foi no período Yamato que se fez notar maior predominância de povos. Séculos depois, os governantes deste período reforçaram a posição do país e começaram a disseminar-se por todo o arquipélago sob um sistema centralizado, comprimindo as inúmeras tribos existentes e alegando a própria ascendência divina. Entretanto, o governo central havia começado a assimilar os costumes próprios da Coreia e da China. Esta rápida imposição de tradições estrangeiras, contudo, produziu uma certa tensão na sociedade japonesa e, no ano 794, a corte imperial fundou uma nova capital, Heian-kyō (actual Quioto), dando origem a uma cultura aperfeiçoada da aristocracia. Apesar disso, o sistema centralizado fracassou nas províncias e iniciou-se um processo de privatização de terras, dando origem a um colapso na administração e ordem públicas. A aristocracia necessitava então da ajuda de guerreiros para proteger a suas propriedades - mais tarde denominada a classe samurai.
Em 1192, Minamoto no Yoritomo foi nomeado shogun (ditador militar) do Japão pelo imperador, marcando o início do regime feudal shogunato (ou bakufu) Kamakura, uma instituição militar permanente que governaria durante quase setecentos anos. A corte viu assim o seu poder transferir-se para os samurais sob tal regime militar. A eclosão da Guerra de Ōnin em 1467 provocou uma série de guerras que se estenderam por todo o Japão, num período que culminou em 1573, quando Oda Nobunaga iniciou uma unificação do país que não foi concluída devido à traição de um dos seus principais generais. O imperador foi morto e Toyotomi Hideyoshi vingou a sua morte, completando a unificação em 1590. Depois disto, o país ficou novamente dividido em dois lados: os que apoiavam o seu filho Toyotomi Hideyori e os que apoiavam um dos principais daimyo, Tokugawa Ieyasu. As duas vertentes enfrentaram-se então durante a Batalha de Sekigahara, da qual leyasu saiu vencedor e foi oficialmente nomeado shōgun em 1603, instaurando-se o Shogunato Tokugawa. O período Edo caracteriza-se por ter sido uma época de paz e pela implementação de uma nova política de relações internacionais que evitou o contacto com o exterior. Este isolamento teve o seu término em 1853, quando Matthew Calbraith Perry forçou o Japão a abrir portas e assinar uma série de tratados com as grandes potências estrangeiras (tratados desiguais), causando desconforto entre alguns samurais que apoiavam o imperador a favor da retoma do seu papel na política.
O último shōgun de Tokugawa renunciou ao cargo em 1868, dando início à era Meiji, em homenagem ao imperador Meiji que havia assumido o poder político. Iniciou-se então a modernização do país com a evacuação do sistema feudal e dos samurais, e com a transferência da capital para Tóquio. Um forte processo deo cidentalização teve lugar, e o Japão emergiu no mundo enquanto primeiro país asiático industrializado. O país encontrava-se num processo de expansionismo territorial sobre as nações vizinhas, o que originou conflitos com o Império Russo e o Império Chinês. Com a morte do imperador Meiji, o país havia se convertido numa nação moderna, industrializada, com um governo central, assim como uma superpotência na Ásia que rivalizava com o ocidente. Isto reflectiu-se numa explosão social devido ao crescimento económico e populacional. O império começou a conquistar terreno sob o extremismo político, sendo que em 1930 a expansão militar se acelerou e o país confrontou a China pela segunda vez. Após a eclosão da guerra na Europa, o Japão aproveitou-se da situação para ocupar outras áreas territoriais da Ásia. Durante o ano de 1941, as relações diplomáticas entre o Japão e os Estados Unidos complicaram-se quando o presidente dos EUA,Franklin Delano Roosevelt, interrompeu o fornecimento de petróleo para o Japão e congelou todos os créditos japoneses nos Estados Unidos. A 7 de dezembro de 1941 o Japão atacou Pearl Harbor, levando o país para a Segunda Grande Guerra enquanto parte das "Potências do Eixo". Apesar de uma série de vitórias iniciais, o Japão veio a sofrer derrotas frente aos aliados, como na Batalha de Midway, alterando consequentemente os papéis na Guerra do Pacífico. Depois dos violentos bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki, o Japão apresentou a sua incondicional rendição, uma vez que estava sob ocupação das forças estadunidenses, as quais desmantelaram o exército, libertaram as zonas ocupadas, o poder político do Imperador foi suprimido e o primeiro-ministro eleito pelo parlamento.
Em 1952 o Japão havia recuperado a sua soberania após a assinatura do Tratado de San Francisco, crescendo economicamente com a ajuda da comunidade internacional. Politicamente, o Partido Liberal Democrata do Japão, de tendência conservacionista, governou quase ininterruptamente no pós-guerra. Com o início da era Heisei, o Japão sofreu uma crise económica nos anos de 1990, enfrentando um declínio da taxa de natalidade e um rápido envelhecimento da população. Em princípios do século XXI, o Japão começou a reformar as práticas que regiam desde o pós-guerra a sociedade, o governo e a economia, o que resultou numa significante mudança política em 2009, com a tomada do poder por parte do Partido Democrático do Japão. Contudo, em finais de 2012, o poder voltou para as mãos do Partido Liberal Democrata.

Harajuku
Esta área é conhecida principalmente como ponto de encontro de adolescentes, e é localização da loja de departamentosLaforet, que trabalha com a maioria das marcas famosas de moda jovem.
Harajuku se tornou famosa nos anos 90 devido ao grande número de artistas de rua e jovens com roupas extravagantes que se reuniam lá aos domingos quando Omotesando ficava fechada ao trânsito. Isso terminou no fim da mesma década e o número de artistas, fãs de visual kei, rockabillies e punks diminuiu gradativamente desde então. Outro centro da moda chamativa de Harajuku são as gothic lolitas entre as subdivisões do estilo. Mas também se concentram outros como, decoras, Visual kei, e jovens com suas próprias invenções.
Perto da estação de trem há o Templo Meiji, que é famoso pelo grande número de pessoas que o visitam todo ano, assim como o Parque Yoyogi. Também localizam-se perto dali a Rua Takeshita, uma rua repleta de butiques de moda e outros produtos voltados principalmente para o público jovem/adolescente, eOmotesando, uma rua longa com cafés e butiques caras, populares tanto entre moradores quanto turistas. Recentemente, a área conhecida como "Ura-Hara" (travessas de Harajuku) ficou conhecida pelas grifes independentes de moda casual. Os estilos mais arrojados são expostos globalmente em revistas como aFRUiTS. Lugares importantes da região incluem a central da NHK. As ruas ficam lotadas nos fins-de-semana, quando jovens se reúnem para fazer compras e sair com os amigos.
Harajuku é uma localização icônica bastante popular no mundo do entretenimento, dentro e fora do Japão. A cantora estado-unidense Gwen Stefani faz referência a Harajuku em algumas de suas músicas e inclui quatro dançarinas vestidas como "Garotas de Harajuku" em segundo plano em suas apresentações. Uma edição especial de Takeshi's Castle (conhecido MXC nos Estados Unidos) continha uma cena filmada na estação, em que Hayato Tani (ou "Captain Tenneal") dá um de seus discursos de encorajamento para os competidores. O músico e produtor brasileiro Astronauta Pinguim também faz referência ao local, em uma música do seu novo álbum, Supersexxxysounds. A música chama-se "Harajuku, here we go!" Outra referência é feita na música I'm A Cuckoo do grupo Belle and Sebastian onde aparece "And watch the Sunday gang in Harajuku" .